Roséola ou sexta doença

A roséola infantil, também denominada de "exantema súbito", "sexta doença" ou “febre dos 3 dias” é uma doença infeciosa viral e sem gravidade. Trata-se de uma doença muito comum em crianças entre os seis meses e os três anos, e em que uma em cada três crianças é afetada.

O que é a roséola?

A roséola é causada pelo vírus herpes humano tipo 6 (VHH-6) e 7 (VHH-7). Este vírus é pouco contagioso e não se sabe ainda o seu modo de transmissão. Presume-se que seja através do contacto direto com secreções que contenham o vírus (ex.: saliva do indivíduo infetado). A primavera e o outono são normalmente as alturas em que ocorrem mais casos.

Quais são os sintomas da roséola?

Muitas vezes a sexta doença não é detetada pelo/a médico/a por não passar de um simples aumento de temperatura. A doença manifesta-se com uma febre alta repentina, que dura três ou quatro dias. A criança pode ficar irrequieta e apresentar os gânglios linfáticos inchados e doridos.
Ao fim de quatro dias a temperatura retorna ao normal. Aparecem pequenas manchas rosa na barriga, peito e costas, que ficam mais claras quando se toca. Estas estendem-se para os braços, pernas e nádegas e podem persistir durante quatro dias. No entanto, podem passar igualmente despercebidas.

Quais são as complicações da roséola?

A persistência de febre pode preocupar os pais, apesar do tratamento, mesmo que a criança a suporte bem normalmente.

Quais são os tratamentos para a roséola?

O tratamento é o mesmo que o aplicado quando é detetada febre ‘normal’: paracetamol (é melhor evitar a administração de aspirina ou ibuprofeno). Não obstante, a febre causada por roséola é frequentemente resistente ao tratamento. Vigie a temperatura do/a seu/sua filho/a e certifique-se que bebe bastante água e que não fica muito quente. Não deverá vestir demasiadas roupas ou tapar com cobertores em demasia.
 

Como evitar a roséola?

Não há nenhuma forma particular de evitar ou prevenir o aparecimento da doença. Trata-se de uma doença benigna e pouco contagiosa, não sendo necessário o isolamento da criança infetada.
 
 
O conteúdo deste artigo é meramente informativo e não dispensa a consulta de um médico.